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Sua saúde em primeiro lugar

O Brasil é um dos países onde a população está preocupada com a saúde do que em muitos outros lugares do mundo. Porém, isso não quer dizer que somos um povo altamente saudável. Os números de obesos estão crescendo e a preocupação entre os profissionais de saúde também.

Muito desse aumento de pessoas acima do peso acontece pelos hábitos do dia a dia. Computador, celular e TV são alguns desses vilões. Além disso, há os hábitos alimentares - esses estão ainda mais preocupantes. Comida em excesso e baixa qualidade da alimentação são alguns dos problemas que podemos relatar.

Mas ter uma vida saudável não é uma tarefa das mais difícil. Emagrecer mesmo e manter o peso não exige tantas mudanças na sua vida. É algo totalmente possível e basta pequenos ajustes para ter os primeiros resultados.

Vamos falar de duas coisas que você pode começar a fazer agora mesmo para encontrar uma vida melhor e mais saudável.

#1 - Alimentação saudável



Que tal você rever a forma como se alimenta? Algumas pequenas atitudes são capazes de trazer resultados INCRÍVEIS. O primeiro passo é largar o excesso de açúcar. Refrigerante? Nem pensar! Substitua por um suco. Sério, você consegue sentir o mesmo prazer de uma coca cola com um delicioso suco de Abacaxi com Morango.

Outra coisa que você deve fazer é diminuir o consumo de carboidratos. Eles são importantes, pois geram energia para o corpo, porém, em excesso, eles ajudam no ganho de peso. Tenha em mente que você não pode comer mais do que um carboidrato por refeição. Ou é arroz, ou é macarrão ou é batata. Os 3 juntos? JAMAIS!

#2 - Exercícios com Frequência



O que são 45 minutos dentro de um dia com 24 horas? É essa a pergunta que você tem que fazer para si mesmo antes de boicotar uma rotina de exercícios. E, além disso, nem precisa ser todos os dias. 4 vezes na semana já podemos dizer que é suficiente para uma perda significativa de peso.

Corrida, bike, caminhada, pular corda, flexões, abdominais, polichinelo são alguns exemplos de bons exercícios para emagrecer. Além disso, se você mora num prédio, por exemplo, troque o elevador pelas escadas - você notará uma grande diferença em sua vida!!

Crianças brasileiras dormem mal

Uma pesquisa feita em 19 países do mundo, base dessa reportagem da Globo, mostrou que no Brasil os bebês vão para a cama bem mais tarde que no Japão, nos Estados Unidos e na Inglaterra e a notícia não é nada boa já que “quanto mais tarde a criança vai dormir mais inconstante é o sono”. Enquanto pelo mundo a criança dorme em torno das 20h, no Brasil ela só vai pra cama depois das 22h. E dormir bem é fundamental para a liberação do hormônio do crescimento.

Vou aproveitar algumas dicas que ela reuniu da reportagem (do vídeo acima) e de muito estudo que tem vivido como mãe em seu blog. Até eu, que tenho filhos que dormem muito bem, aprendi com os truques e espero que seja útil para sua família também. ;-)



- Estabeleça uma rotina familiar;

- Crie na casa e no quarto do bebê/criança um ambiente aconchegante, agradável para que ele sinta-se seguro e acolhido;

- Um banho gostoso antes de por o bebê/criança para dormir é fundamental para que ele sinta-se fresco, limpo e relaxado;

- Às vezes, para determinados bebês/crianças, só o banho não relaxa o suficiente, especialmente se a criança tiver bastante energia. Neste caso uma boa massagem feita pelo pai ou mãe ajuda muito, quanto mais tempo melhor. E friso, há muitas técnicas de massagem e produtos específicos, de variadas marcas, mas o fundamental é – o que muitos livros estimulam – a interação da mãe com o filho, o amor, a doação do tempo e do carinho… se o produto escolhido, mesmo simples, tiver qualidade o mais importante é a interação, a massagem em si;

- Ofereça o jantar (papinha se bebê acima de 6 meses ou refeição balanceada, se criança maior) ou uma mamadeira reforçada pouco antes de colocá-lo para deitar, assim ele dormirá de barriguinha cheia e como a digestão a noite é mais lenta, isso retardará que ele acorde com fome ainda de madrugada. Mas observe os tipos de alimentos, sem exageros;

- Pais e mães acelerados, cheios de energia ou não concentrados na criança como por exemplo, tentando fazê-la dormir mas com o olho na televisão ou no computador, não irão alcançar sucesso a não ser que o bebê sucumba por cansaço. É importante que a pessoa que cuida do bebê esteja no mesmo clima de desligar-se, de sono. Se houverem afazeres para depois, quando a criança dormir, você irá providenciar;

- O mesmo vale para som alto, de música ou televisão e para um ambiente de casa agitada, movimentada. Nenhuma criança vai querer deitar boazinha em sua cama e deixar a companhia de outras crianças (no caso de irmãos) ou adultos queridos e até mesmo de um programa de TV caso o esteja ouvindo alto, com seu som percorrendo os ambientes.

- Quando receberem visitas em casa ou viajarem de férias não adianta esperar que a criança/bebê se comporte da mesma maneira, pois o ambiente em volta dela estará alterado, estimulando-a constantemente. É ideal tentar manter os mesmos hábitos, mas o sucesso disso não é garantido. É bom lembrar disso para não se frustrar depois.

- Se a criança é maior, já é capaz de conversar bem e tem hábitos arraigados de dormir mal e fazer pirraça na hora de dormir, sugiro que os pais tenham um estoque a mais de paciência e dialoguem sobre a hora de dormir, a importância de dormir, sobre os benefícios disso (como relaxamento, como o amanhã chegando mais cedo e claro, sobre o crescimento, já que é dormindo que os hormônios responsáveis pelo crescimento mais são estimulados).

- Ler, cantar, conversar (em tom baixo e agradável) e contar histórias também são excelentes ferramentas para interagir, demostrar afeto e estimular que o sono chegue, com certeza. E é dica válida para bebês, crianças e até adolescentes.

- E NUNCA relacione a cama e o quarto de filho com algo punitivo como castigos, senão a relação de algo desagradável e triste sempre permanecerá ali!

- Friso esse trechinho da reportagem mencionada porque também é válido. Cada recém-nascido tem um ritmo, mas eles levam em média cinco meses para acertar o relógio biológico. Depois disso são capazes de dormir direto até nove ou doze horas. Evite ninar seu bebê.

A criança que dormiu nos braços da mãe ou andando de carro pode acordar no meio da noite querendo repetir a dose. Se ela aprendeu a dormir no berço é capaz de acordar e dormir sozinha de novo. O ideal é fazer toda noite, tudo igual. Por exemplo: banho, jantar e cama. E tente deixar que a criança pegue no sono sozinha, sem precisar de colo. Se ela chorar no meio da noite…

“A primeira coisa que tem que ser feita é se aproximar para mostrar que eu estou aqui, conte comigo”, explica o neuropediatra Álvaro José de Oliveira.

Turismo e Acessibilidade no Brasil

Que o Brasil tem na área de turismo um dos seus principais motores de desenvolvimento econômico, ninguém duvida. Mas será que tantas cidades peculiares e seus pontos turísticos estão adaptados de maneira correta para receber portadores de necessidades especiais? Será que estamos, nas grandes cidades, preparados para entender o novo, o diferente, e criar condições digna de idas e vindas para todos os turistas que passam por nós todos os dias?

Curitiba está. A capital paranaense é, inclusive, um modelo a ser seguido pelas outras cidades turísticas do Brasil, devido a sua organização e planejamento para receber todos os tipos de turistas e suas mais diversas necessidades e limitações de acesso. Em Curitiba é normal encontrar calçadas em bom estado de uso e conservação, rampas para cadeirantes em vários pontos da cidade (não só nos turísticos) e condições de transporte público que favorecem os portadores de necessidades especiais, como ônibus com elevadores, por exemplo.



Isso tudo não deveria causar estranheza, mas fato é que a grande maioria das cidades do Brasil infelizmente não apresenta essas características, que são garantidas por lei para a qual muitos governantes e empresas fazem vista grossa, devido aos custos de adaptação. Isso, contudo, não é desculpa. As pessoas com mobilidade reduzida têm que estar sempre atentas e exigir aquilo que é seu de direito, desde o momento de reservar hotel com todo o aparato necessário de acessibilidade até poder ir e vir sem ter que enfrentar transtornos e complicações.

No caso de hotel Curitiba também é uma cidade modelo: é fácil achar pela capital paranaense acomodações adaptadas para portadores de necessidades especiais e idosos, que muitas vezes também precisam de mais condições de acessibilidade. E na cidade os pontos turísticos principais, como parques, Jardim Botânico e os diversos museus são equipados de forma a atender plenamente a qualquer tipo de limitação.

Outras cidades tentam seguir o bom exemplo de Curitiba, mas ainda engatinham um pouco quando o assunto é melhorar suas vias de acesso para pessoas com mobilidade reduzida. É o caso do Rio de Janeiro, um dos principais cartões postais do Brasil, que já fez várias modificações nas suas condições de acessibilidade, mas ainda aguarda melhorias na área.

A esfera privada já está mais do que adaptada em muitos sentidos, já que a cidade recebe milhões de pessoas por ano. Esse é o caso da rede hoteleira. Você encontrará um hotel no Rio de Janeiro que já esteja totalmente equipado para receber qualquer tipo de turista e suas condições físicas, mas a infra-estrutura da cidade ainda deixa muito a desejar. A boa vontade, no entanto, é o primeiro passo para tornar a cidade uma capital de pleno acesso. Um dos pontos turísticos principais da cidade, o Cristo Redentor tem acesso exclusivo para cadeirantes e pessoas de mobilidade reduzida, e isso já é um enorme progresso, visto que até alguns anos atrás essas pessoas não poderiam desfrutar das belezas do principal cartão postal da cidade maravilhosa.

É importante ressaltar que as coisas só passam a mudar rapidamente quando existe cobrança popular extrema em cima da morosidade do poder público, portanto é crucial que os turistas com mobilidade reduzida não deixem passar em branco qualquer tipo de desconforto ou transtorno sofrido por falta de infra-estrutura para suas condições, e que toda a população compre junto essa briga. Afinal, o estigma de “deficiente” ficou para trás faz tempo – e temos que nos mostrar, todos juntos, um grande elo de eficiência, tendo ou não necessidades especiais.